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Psicóloga CRP 05/54475, Araruama/RJ, Brazil
Atendo crianças, adolescentes e adultos baseada na Terapia Cognitiva Comportamental e Análise Corporal. Experiência clínica em Orientação profissional, Dificuldade de Aprendizagem, Déficit de Atenção e Memória, TDAH, TEA,

domingo, 14 de abril de 2013

Água nossa de todo dia





Augusto Pires - Redação Dispersa - 18/03/2013
O sistema lento de gotejamento colabora para que micro-organismos não passem pelo filtro.
Nós, brasileiros, temos provavelmente o melhor sistema de filtragem de água nas mãos, há muito tempo, e nem mesmo sabíamos disso. Pesquisas norte-americanas apontaram que os filtros tradicionais de barro com câmara de filtragem de cerâmica são muito eficientes na retenção de cloro, pesticidas, ferro, alumínio, chumbo (95% de retenção) e ainda retém 99% de Criptosporidiose, um parasita causador de doenças. 
Essas conclusões são baseadas nas pesquisas demonstradas no livro The Drinks Water Book, de Colin Ingram, ótima referência para pesquisas sobre sistemas de filtragem de água. 
As pesquisas revelam que os sistemas mais eficientes são baseados na filtragem por gravidade, onde a água passa lentamente pelo filtro e goteja num reservatório inferior, justamente como são os filtros de barro no Brasil.
Esse sistema mais 'calmo' de filtrar a água garante que micro-organismos e sedimentos não passem pelo filtro devido a baixa pressão exercida pelo fluxo de água. 
Essas conclusões levam a crer que quando um filtro de água sofre uma pressão elevada devido ao fluxo da água da torneira ou da tubulação, o processo fica prejudicado, pois o rápido fluxo desta pressão sobre o conjunto faz com que micro-organismos, sedimentos ou mesmo elementos químicos como ferro e chumbo passem pelo sistema chegando ao copo do consumidor. 
Por fim a pesquisa revela também que muitas das tecnologias que são lançadas no mercado não têm muita utilidade, pois, em geral não impedem que elementos perigosos como o flúor ou arsênio passem pelo processo de filtragem.
Portanto, é indicado e suficiente a compra de um filtro simples de gotejamento e cerâmica. 
Assim é sempre bom ficarmos atentos na compra de produtos que são importantes à saúde e analisarmos bem o produto de acordo com a sua real necessidade.
Fonte: MetaEfficient
Como limpar a vela do filtro
Não use açúcar ou sal para limpar a vela. Esses alimentos podem entupir a superfície porosa dela.
O ideal é utilizar uma bucha nova e limpa, e debaixo de água corrente da torneira, passá-la sobre toda a vela enxaguando. 

LIMITES


por Mônica Turolla - monicaturolla@hotmail.com

O nosso direito termina onde começa o direito do outro.
E quando nós mesmos não respeitamos o nosso direito, permitindo que sejam invadidos os nossos limites, e nem percebemos? Ao contrário, nos queixamos dos outros mas não nos damos conta que a responsabilidade é toda nossa, ao não avisarmos o outro até onde ele pode ir...
O outro não possui a capacidade de adivinhar até onde vai a nossa tolerância a não ser que comuniquemos a ele. Enquanto não fizermos isso, ele se sente confortável e não percebe nada demais...
Acontece que muitas vezes na ânsia de agradarmos (crescemos ouvindo que devemos ser "bonzinhos" ou o Papai Noel não vem, o coelho da Páscoa passa reto, o presente de aniversário fica para próximo ano...) somos levados a tolerar mais que o tolerável.
Sendo assim, um dia tudo foge do controle e explodimos. Ou surtamos. Ou continuamos tolerando até que o nosso humor se esvai, nossa vida parece não ter sentido, porque nos sentimos presos à necessidade de continuarmos tolerando, uma vez que já o fizemos até o momento.
Este comportamento é cruel. Cruel conosco, cruel com o outro.
Nós sofremos e o outro, por ignorância, sofre também por não saber a razão de certas atitudes hostis em relação a ele. Sim, porque embora estejamos tolerando, não nos sentimos confortáveis e, em certas situações, não há como esconder a insatisfação.

Muitas vezes, não percebemos ao mantermos este tipo de atitude e o desconforto parece descabido.
É saudável olhar ao redor e verificar se existem situações deste tipo na nossa vida; um diálogo muitas vezes ajuda muito. Concordo que possa haver um certo constrangimento ao colocarmos o assunto em pauta, podemos num primeiro momento encontrar mil justificativas para manter a situação como está. Mas isto é somente o medo da mudança e da reação do outro.

Nada justifica nos mantermos nesta prisão fazendo do outro nosso algoz. É justo conscientizarmos o outro do que sentimos em relação a ele para que ele possa fazer algo a respeito, ele não pode ser acusado de algo que nem sabe que está fazendo.
Vamos nos dar a chance de expor os nossos limites e respeitar o limite dos outros.
Respeitar e ser respeitado significa liberdade.
Mônica Turolla

sábado, 6 de abril de 2013

Filme O Corpo com Antônio Bandeiras...

E se você descobrisse que tudo oque te contaram não é a verdade?
Assistam



sexta-feira, 5 de abril de 2013

As Despedidas

Caminhos vão sendo traçados, tomando rumo, a vida em seu curso.
Pessoas vão chegando, se apresentando, se aperfeiçoando, trocando algo.
Criamos o laço. Seja ele de amizade, familiar ou matrimonial. Apertado ou semi-frouxos, laços são laços.
Mas cada um é único. Mesmo com as missões em comum, temos nossa individualidade que muitas vezes esquecemos ou queremos não diferenciar.
Sua estrada é longa e você precisa aprender a continuar. Ficar atrelado à coisas, e neste caso pessoas, pode não permitir agilidade necessária.
Vimos as despedidas como algo ruim, momento de tristeza. E, se podermos, adiamos para evitar o sofrimento.
Não aprendemos a dar adeus ao passado, não conseguimos seguir, ver as inúmeras possibilidades que estão por vir.
A única coisa que se tem é a si. O filme está rodando e a cada esquina surgem ouros personagens.
Desapegue-se!
Sinta a despedida como um novo capítulo em tua vida.

Meu momento

Sorrir é encontrar 
encontrar a essência do outro 
encontrar a essência em si
é dar as mão, os braços e abraços
é refletir, é sentir
é deixar vir...
vir a ser, a saber, a entender
que a vida é o melhor q temos
e ainda a temos
vale a pena conferir.
      Cris Santana

sábado, 16 de março de 2013

Diz-me o que fazes no Facebook, dir-te-ei quem és



Estudo analisou os "gostos" de 58 mil pessoas na rede social e acertou na maioria dos casos nas verdadeiras características de cada um.
Investigação envolveu 58 mil pessoas MICHAEL DALDER/REUTERS
“Diz-me que likes fazes no Facebook, dir-te-ei quem és”. Esta seria a melhor adaptação do ditado popular à era das redes sociais. Isto porque, segundo um estudo realizado por investigadores britânicos, é possível traçar a personalidade, a religião, as escolhas políticas e até a orientação sexual de cada utilizador, através dos seus “gostos” digitais.
Uma equipa do departamento de psicometria da Universidade de Cambridge, em parceria com a Microsoft, concluiu que, recorrendo a determinados algoritmos, é possível conhecer algumas características dos utilizadores do Facebook, mesmo sem que eles as tenham revelado directamente.
O segredo está nos likes (“gostos”) que cada um faz. Este estudo, publicado na revista PNAS, analisou o mural de 58 mil utilizadores do Facebook, que participaram voluntariamente e cederam os resultados dos seus testes comportamentais psicométricos, em que são revelados os traços da personalidade.
Os algoritmos usados pelos investigadores para analisar os murais acertaram com 88% de precisão na sexualidade dos homens e com 75% na das mulheres. Os cristãos e os muçulmanos foram classificados correctamente em 82% dos casos, e o mesmo aconteceu com os democratas e os republicanos, em 85% da amostra.
A distinção racial entre afro-americanos e caucasianos bateu certo em 95% dos casos. Em relação às preferências políticas, os likescorrespondiam à realidade em 85% dos murais analisados.

Batatas fritas? Inteligente
O modelo demonstrou menor precisão quando se analisou se os pais dos utilizadores estavam juntos ou separados, antes e depois dos seus 21 anos. “Apesar de sabermos que o divórcio parental tem efeitos a longo prazo nos jovens adultos (com 28 anos), é notável que isto seja detectável através dos seus likes no Facebook”, escrevem os autores.

E exemplificam: “Indivíduos com pais separados têm mais probabilidade de gostar de frases que demonstram preocupação com relações, como ‘se estou contigo, estou contigo, não quero mais ninguém’”.
Se, por acaso, um utilizador gostar de publicações relacionadas com "tempestades", "o Relatório Colbert" (um programa de televisão nos Estados Unidos), "ciência" e "batatas fritas", então é uma pessoa inteligente. O contrário pode ser dito, segundo os investigadores, de quem gostar da marca "Sephora", da "Harley-Davidson" ou do grupo de música country "Lady Antebellum".
Os autores concluem que a previsão da personalidade dos utilizadores das redes sociais pode ser muito útil para os publicitários, por exemplo. Mas também representa riscos. “Prever a informação pessoal para melhorar produtos, serviços, e públicos-alvo pode também levar a perigosas invasões de privacidade”, afirmam.
Um dos investigadores, David Stillwell, alerta para o facto de o utilizador poder ocultar as suas preferências. "Os likes no Facebook são públicos por padrão mas o Facebook não obriga a torná-los públicos. Pode alterar as configurações de privacidade", disse, citado pela BBC.